{"id":888,"date":"2020-09-19T19:52:40","date_gmt":"2020-09-19T19:52:40","guid":{"rendered":"https:\/\/www.bridge4fun.pt\/?page_id=888"},"modified":"2020-09-23T09:54:58","modified_gmt":"2020-09-23T09:54:58","slug":"newsletter-setembro-2020","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.bridge4fun.pt\/?page_id=888","title":{"rendered":"Boletim Informativo &#8211; Setembro 2020"},"content":{"rendered":"<p>[et_pb_section fb_built=&#8221;1&#8243; fullwidth=&#8221;on&#8221; admin_label=&#8221;Header Section&#8221; _builder_version=&#8221;3.22&#8243; background_color=&#8221;#dadde2&#8243;][et_pb_fullwidth_header title=&#8221;B4F&#8221; subhead=&#8221;boletim informativo&#8221; text_orientation=&#8221;center&#8221; _builder_version=&#8221;4.0.9&#8243; title_font=&#8221;Open Sans|700||on|||||&#8221; title_text_color=&#8221;#ffffff&#8221; title_font_size=&#8221;9vw&#8221; title_letter_spacing=&#8221;15px&#8221; title_line_height=&#8221;1.4em&#8221; content_font=&#8221;||||||||&#8221; subhead_font=&#8221;Open Sans|700||on|||||&#8221; subhead_text_color=&#8221;rgba(12,12,12,0.2)&#8221; subhead_font_size=&#8221;24px&#8221; subhead_letter_spacing=&#8221;7px&#8221; subhead_line_height=&#8221;1.4em&#8221; background_color=&#8221;rgba(255, 255, 255, 0)&#8221; background_enable_image=&#8221;off&#8221; background_position=&#8221;bottom_center&#8221; custom_padding=&#8221;0%||0.1%|||&#8221; animation_style=&#8221;zoom&#8221; animation_direction=&#8221;bottom&#8221; animation_intensity_zoom=&#8221;8%&#8221; title_text_shadow_style=&#8221;preset5&#8243; title_text_shadow_color=&#8221;#0C71C3&#8243; button_one_text_size__hover_enabled=&#8221;off&#8221; button_two_text_size__hover_enabled=&#8221;off&#8221; button_one_text_color__hover_enabled=&#8221;off&#8221; button_two_text_color__hover_enabled=&#8221;off&#8221; button_one_border_width__hover_enabled=&#8221;off&#8221; button_two_border_width__hover_enabled=&#8221;off&#8221; button_one_border_color__hover_enabled=&#8221;off&#8221; button_two_border_color__hover_enabled=&#8221;off&#8221; button_one_border_radius__hover_enabled=&#8221;off&#8221; button_two_border_radius__hover_enabled=&#8221;off&#8221; button_one_letter_spacing__hover_enabled=&#8221;off&#8221; button_two_letter_spacing__hover_enabled=&#8221;off&#8221; button_one_bg_color__hover_enabled=&#8221;off&#8221; button_two_bg_color__hover_enabled=&#8221;off&#8221;][\/et_pb_fullwidth_header][\/et_pb_section][et_pb_section fb_built=&#8221;1&#8243; _builder_version=&#8221;4.6.0&#8243; min_height=&#8221;238px&#8221; custom_padding=&#8221;3px|0px|0px|0px||&#8221;][et_pb_row _builder_version=&#8221;4.6.0&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][et_pb_column type=&#8221;4_4&#8243; _builder_version=&#8221;4.6.0&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][et_pb_toggle title=&#8221;EDITORIAL&#8221; _builder_version=&#8221;4.6.0&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; title_font_size=&#8221;26px&#8221; background_color=&#8221;rgba(12,247,235,0.15)&#8221; title_text_shadow_style=&#8221;preset1&#8243;]<\/p>\n<p>A \u00e9poca desportiva do ano 2020 fica indissociavelmente ligada \u00e0 pandemia que nos assolou e que se encontra numa nova fase, sem fim \u00e0 vista. O bridge, como tudo o resto, viu suspensa a sua actividade e interrompida a \u00e9poca desportiva que estava a entrar na sua fase mais intensa. Subitamente demos conta da falta que nos faz o bridge, mas acima de tudo da falta que nos faz estar com pessoas, parceiros e advers\u00e1rios.<\/p>\n<p>Fazem-nos falta os reparos do parceiro sobre um carteio mal conseguido ou um flanco &#8220;evidente&#8221; que nos escapou. At\u00e9 nos fazem falta os contratos inacredit\u00e1veis que os advers\u00e1rios marcavam contra n\u00f3s em dias mais azarados. A dan\u00e7a quase fren\u00e9tica entre o top e o zero, a vit\u00f3ria ou a derrota, fazia parte das nossas vidas.<\/p>\n<p>S\u00f3 agora, com esta praga trai\u00e7oeira, conseguimos dar o real valor a este jogo fant\u00e1stico. A este desafio que nos leva aos limites dos nossos estados de alma, que alia o cient\u00edfico com o aleat\u00f3rio, que desafia a nossa imagina\u00e7\u00e3o enquanto nos exige disciplina e rigor.<\/p>\n<p>Mas vamos voltar!<\/p>\n<p>As dificuldades actuais podem transformar-se em oportunidades para inovar, para descobrir novos caminhos e definir novas pol\u00edticas desportivas. Com novos protagonistas, com novas ideias e com apostas claras no investimento. Precisamos de novos rumos para a modalidade, de mais praticantes e de mais clubes com actividades regulares, com apostas claras na forma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Precisamos de levar o bridge para as Escolas, para as Universidades, para as Empresas e para os media. \u00c9 urgente dar visibilidade \u00e0 modalidade e para isso temos de usar todos os recursos materiais e humanos. Temos de ser mais ousados e mais imaginativos e de sair das nossas zonas de conforto. Tudo isto requer coragem, determina\u00e7\u00e3o e resili\u00eancia.<\/p>\n<p>O que pode mudar no p\u00f3s-Covid?<\/p>\n<p>Sabemos que os impactos econ\u00f3micos, sociais e de sa\u00fade p\u00fablica s\u00e3o devastadores. A pandemia atacou de forma violenta a nossa forma de estar no Mundo, debilitou as Institui\u00e7\u00f5es, abriu a porta a for\u00e7as que, \u00e0 garupa da crise sanit\u00e1ria, cavalgam em direc\u00e7\u00e3o a lugares obscuros e sinistros. O que parece ser claro \u00e9 que o Covid veio p\u00f4r a nu a nossa fragilidade e muito do que de errado temos andado a fazer a todos os n\u00edveis.<\/p>\n<p>Para o bridge as consequ\u00eancias s\u00e3o ainda imprevis\u00edveis. N\u00e3o \u00e9 ainda claro qual a realidade com que nos vamos deparar. Que espa\u00e7os v\u00e3o resistir a esta longa paragem, que clubes v\u00e3o permanecer, qual a quebra no j\u00e1 escasso n\u00famero de praticantes que vamos ter de enfrentar. S\u00e3o quest\u00f5es para as quais ningu\u00e9m de boa f\u00e9 tem ainda resposta.<\/p>\n<p>Todo este cen\u00e1rio quase dantesco deu lugar a uma vis\u00edvel agita\u00e7\u00e3o no nosso meio. Alguns acusam as Institui\u00e7\u00f5es de in\u00e9rcia por n\u00e3o terem j\u00e1 recome\u00e7ado as actividades. Outros, em sentido contr\u00e1rio, defendem que devemos todos ficar quietos at\u00e9 que a coisa passe quando, ao que tudo indica, a coisa veio para ficar entre n\u00f3s.<\/p>\n<p>No meio dos extremos h\u00e1 que procurar a razoabilidade de solu\u00e7\u00f5es, com riscos reduzidos ao m\u00ednimo, mas tamb\u00e9m com solu\u00e7\u00f5es inovadoras. Acredito que n\u00e3o mais vamos poder prescindir do conv\u00edvio entre o bridge ao vivo e o bridge online. E vou mais longe: esta \u00e9 uma oportunidade para trazer \u00e0 modalidade o alento que ela necessita para crescer.<\/p>\n<p>O que me leva \u00e0 quest\u00e3o da seguran\u00e7a que anda actualmente nas bocas do Mundo. Com a utiliza\u00e7\u00e3o massiva das plataformas online (BBO e Funbridge) as acusa\u00e7\u00f5es ou insinua\u00e7\u00f5es de batota ocuparam uma boa parte das discuss\u00f5es no nosso universo. Vamos por partes:<\/p>\n<p>\u00c9 evidente que no bridge online \u00e9 f\u00e1cil utilizar ferramentas que podem deturpar os resultados desportivos. \u00c9 verdade tamb\u00e9m que o batoteiro parte sempre com uma vantagem temporal sobre as ferramentas de controlo. Mais ou menos como os virus relativamente \u00e0s vacinas. Mas tanto num caso como no outro tamb\u00e9m sabemos que tanto os batoteiros como os v\u00edrus v\u00e3o acabar por perder. Mais tarde ou mais cedo o padr\u00e3o vai ser descoberto.<\/p>\n<p>Mas \u00e9 tamb\u00e9m verdade que o ambiente ao vivo est\u00e1 muito longe de oferecer melhores garantias: as discuss\u00f5es dos jogos \u00e0 mesa que transmitem informa\u00e7\u00f5es para as mesas envolventes com uma velocidade de propaga\u00e7\u00e3o superior \u00e0 do v\u00edrus, as conversas no bar entre posi\u00e7\u00f5es sobre m\u00e3os que uns jogaram e outros n\u00e3o, os tiques e trejeitos no bridge presencial, \u00e0s vezes mesmo a gritaria no meio de um flanco ou de um carteio, as diferentes formas de jogar uma carta, com mais ou menos vigor, constituindo assim um m\u00e9todo de sinaliza\u00e7\u00e3o mais f\u00e1cil de descodificar.<\/p>\n<p>Que ferramentas temos no bridge online para combater a batota?<\/p>\n<p>Acima de tudo o registo de dados. O BBO, para al\u00e9m de guardar o hist\u00f3rico de cada jogador, com registo do leil\u00e3o e do evoluir da fase de carteio carta a carta tem tamb\u00e9m a possibilidade de registar todas as explica\u00e7\u00f5es dadas ou n\u00e3o sobre o sistema, todas as conversas de chat e o registo dos IP&#8217;s dos jogadores o que permite detectar os poss\u00edveis casos de duplos acessos. Quer isto dizer que a reconstitui\u00e7\u00e3o dos factos \u00e9 no BBO muito mais eficiente que no bridge ao vivo.<\/p>\n<p>A constitui\u00e7\u00e3o de um grupo suficientemente alargado de praticantes de primeira linha incumbidos de analisar os dados de jogadores ou parcerias com ac\u00e7\u00f5es e ou resultados suspeitos \u00e9 o caminho para se identificarem padr\u00f5es e se produzirem acusa\u00e7\u00f5es, obviamente com direito a defesa dos visados e \u00e0 confidencialidade de todo o processo at\u00e9 \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de uma senten\u00e7a, se for o caso.<\/p>\n<p>Estes passos exigiriam a revis\u00e3o do Regulamento de Disciplina com vista \u00e0 sua adapta\u00e7\u00e3o \u00e0 nova realidade e com um quadro claro sobre as penas a aplicar para casos comprovados de actos il\u00edcitos.<\/p>\n<p>H\u00e1 ainda a considerar a utiliza\u00e7\u00e3o de c\u00e2maras que acompanhem o movimento dos jogadores durante a competi\u00e7\u00e3o. Este acess\u00f3rio poder\u00e1 levantar alguns problemas na sua aplicabilidade, mas \u00e9 mais um factor de seguran\u00e7a a ser equacionado.<\/p>\n<p>Outro passo importante seria a constru\u00e7\u00e3o de uma plataforma nacional exclusiva para provas oficiais e para praticantes licenciados, com requisitos muito espec\u00edficos para os fins em vista. Sabemos que seria um projecto com alguma complexidade e acima de tudo muito trabalho de c\u00f3digo, mas que est\u00e1 longe de ser algo inating\u00edvel em termos de investimento. E dentro do bridge h\u00e1 valias t\u00e9cnicas que permitem encarar esta possibilidade.<\/p>\n<p>Como articular o online com o bridge ao vivo?<\/p>\n<p>Sabemos que a maior dificuldade do bridge ao vivo se prende com a exiguidade de espa\u00e7os e que vieram a ser agravadas com as restri\u00e7\u00f5es provocadas pela pandemia. As plataformas online resolvem este problema. Numa an\u00e1lise simplista, que ter\u00e1 de ser desenvolvida e aperfei\u00e7oada, diria que o online poderia ser reservado para as fases de apuramento das principais provas, ficando o bridge presencial reservado para as fases finais.<\/p>\n<p>Um assunto para os novos \u00f3rg\u00e3os de gest\u00e3o debaterem com mais profundidade.<\/p>\n<p>Termino com um estado de alma: a facilidade com que se produzem acusa\u00e7\u00f5es de batota est\u00e1 a aumentar de forma vertiginosa. Normalmente sem dados que as sustentem e sempre, mas sempre, sem direito a defesa. O que representa um atentado \u00e0 honra e ao direito ao bom nome de todos os visados e um acto repugnante de quem acusa sem provas, sem contradit\u00f3rio, sem direito a defesa apenas admiss\u00edvel em mentes com estruturas totalit\u00e1rias de quem se sente dono da verdade. E para absolutistas da verdade creio que o Mundo j\u00e1 deu demasiado e j\u00e1 sofreu demasiado.<\/p>\n<p>Fiquem bem.<\/p>\n<p>Luis Oliveira<\/p>\n<p>[\/et_pb_toggle][et_pb_toggle title=&#8221;BREVES&#8221; _builder_version=&#8221;4.6.0&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; title_font_size=&#8221;26px&#8221; background_color=&#8221;rgba(124,218,36,0.2)&#8221; title_text_shadow_style=&#8221;preset1&#8243; custom_margin=&#8221;-15px|||||&#8221;]<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.bridge4fun.pt\/novo2\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/aboboras-300x251.jpg\" width=\"180\" height=\"151\" alt=\"\" class=\"wp-image-867 alignnone size-medium\" \/>Decorreu no passado dia 19 o torneio festa do B4F que se realiza anualmente na Praia Azul.<br \/> Este ano, por for\u00e7a da pandemia, a festa foi online com a realiza\u00e7\u00e3o de um torneio homologado pela FPB e que contou com a participa\u00e7\u00e3o de 86 pares.<br \/> <span>Para a hist\u00f3ria aqui ficam os <\/span><a href=\"https:\/\/www.bridge4fun.pt\/escola\/torneios_2020\/Aboboras\/result.htm\">resultados<\/a><\/p>\n<p>[\/et_pb_toggle][\/et_pb_column][\/et_pb_row][\/et_pb_section][et_pb_section fb_built=&#8221;1&#8243; admin_label=&#8221;Intro Section&#8221; _builder_version=&#8221;3.22&#8243; custom_padding=&#8221;0px|0px|60px|0px||&#8221;][et_pb_row _builder_version=&#8221;4.6.0&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; min_height=&#8221;135px&#8221; custom_margin=&#8221;-26px|auto||auto||&#8221; custom_padding=&#8221;5px|||||&#8221;][et_pb_column type=&#8221;4_4&#8243; _builder_version=&#8221;4.6.0&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][et_pb_toggle title=&#8221;O CANTINHO DA T\u00c9CNICA&#8221; _builder_version=&#8221;4.6.0&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; title_font_size=&#8221;26px&#8221; background_color=&#8221;rgba(224,43,32,0.13)&#8221; custom_margin=&#8221;-23px|||||&#8221; title_text_shadow_style=&#8221;preset1&#8243;]<\/p>\n<p>O artigo deste m\u00eas tem a ver com os dobres em leil\u00f5es competitivos.<\/p>\n<p>\u00a0<span style=\"font-size: 14px;\">Entre a nossa comunidade bridg\u00edstica est\u00e1 generalizada a utiliza\u00e7\u00e3o dos chamados dobres de apoio. Como em todas as conven\u00e7\u00f5es ou conceitos de bridge existem pr\u00f3s e contras, por isso este artigo n\u00e3o visa interferir nas escolhas das parcerias, mas apenas levantar quest\u00f5es e apresentar elementos para an\u00e1lise. Depois que cada um escolha o que entender melhor.<\/span><\/p>\n<p>\u00a0<span style=\"font-size: 14px;\">Voltando aos dobres de apoio h\u00e1 quem questione este conceito, nomeadamente a escola italiana. Demos ent\u00e3o a palavra aos especialistas.<\/span><\/p>\n<p>\u00a0<span style=\"font-size: 14px;\">Os pares de topo do bridge italiano n\u00e3o jogam dobres de apoio, mas por exemplo Rodwell-Meckstroth t\u00eam-nos na sua bagagem.<\/span><\/p>\n<p>\u00a0<span style=\"font-size: 14px;\">Qual a raz\u00e3o? Vamos tentar responder.<\/span><\/p>\n<p>\u00a0<span style=\"font-size: 14px;\">A utiliza\u00e7\u00e3o dos dobres de apoio resolve muitas situa\u00e7\u00f5es competitivas em que \u00e9 importante mostrar rapidamente 3 cartas no naipe do respondente. No entanto a conven\u00e7\u00e3o n\u00e3o limita a for\u00e7a do abridor pelo que o dobre de apoio \u00e9 feito dentro do intervalo 11-21, demasiado grande para uma r\u00e1pida avalia\u00e7\u00e3o da for\u00e7a do campo, factor muitas vezes aproveitado pelo campo advers\u00e1rio.<\/span><\/p>\n<p>\u00a0<span style=\"font-size: 14px;\">No caso de Rodwell-Meckstroth esta dificuldade desaparece gra\u00e7as ao sistema base. Com efeito, come\u00e7ando todas as m\u00e3os fortes pela abertura em 1\u2663, as restantes aberturas ao n\u00edvel 1 est\u00e3o limitadas a 15 pontos e, portanto, lidam bem com os dobres de apoio.<\/span><\/p>\n<p>\u00a0<span style=\"font-size: 14px;\">Martin Bergen veio dar um contributo para ao problema ao criar o conceito de Good-Bad, em que a marca\u00e7\u00e3o de 2ST distingue a marca\u00e7\u00e3o directa em naipe no que respeita \u00e0 zona de for\u00e7a.<\/span><\/p>\n<p>\u00a0<span style=\"font-size: 14px;\">Vamos ent\u00e3o ilustrar o problema com alguns exemplos:<\/span><\/p>\n<p>\u00a0<span style=\"font-size: 14px;\">Consideremos o seguinte leil\u00e3o:<\/span><\/p>\n<p>\u00a0<span style=\"font-size: 14px;\">Norte\u00a0 \u00a0 \u00a0Este\u00a0 \u00a0 \u00a0Sul\u00a0 \u00a0 \u00a0Oeste<\/span><\/p>\n<p>1\u2665\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 P\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a01\u2660\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a02\u2666<br \/> ?<br \/>3 exemplos do que pode ser a m\u00e3o de Norte<\/p>\n<table cellspacing=\"5\" style=\"width: 350px;\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>CASO 1<\/td>\n<td>CASO 2<\/td>\n<td>CASO 3<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\u2660 A3<\/td>\n<td>\u2660 A3<\/td>\n<td>\u2660 A3<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\u2665 AR1052<\/td>\n<td>\u2665 AR1052<\/td>\n<td>\u2665 AR10952<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\u2666 32<\/td>\n<td>\u2666 32<\/td>\n<td>\u2666 V32<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\u2663 AV92<\/td>\n<td>\u2663 ARV2<\/td>\n<td>\u2663 AR<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>\u00a0<span style=\"font-size: 14px;\">Jogando dobres de apoio o caso 1 levanta um problema: a m\u00e3o \u00e9 demasiado forte para passar e n\u00e3o pode dobrar porque n\u00e3o tem 3 cartas de espadas. Resta a hip\u00f3tese de marcar 3\u2663, um n\u00edtido overbid para o caso mais que prov\u00e1vel da voz ser forcing.<\/span><\/p>\n<p>\u00a0<span style=\"font-size: 14px;\">No caso 2, desde que 3\u2663 seja forcing, o problema fica resolvido. Jogando n\u00e3o forcing s\u00f3 resta a hip\u00f3tese do cuebid, suficientemente amb\u00edguo para que se prevejam problemas no seguimento do leil\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p>\u00a0<span style=\"font-size: 14px;\">Finalmente no caso 3 a m\u00e3o \u00e9 demasiado forte para rebidar 3\u2665 e marcar 4\u2665 \u00e9 uma decis\u00e3o unilateral que pode correr mal. Resta ent\u00e3o o cuebid e esperar que tudo corra pelo melhor. Mas \u00e9 mais uma quest\u00e3o de f\u00e9 que de t\u00e9cnica&#8230;<\/span><\/p>\n<p>\u00a0<span style=\"font-size: 14px;\">As aberturas m\u00ednimas tamb\u00e9m n\u00e3o est\u00e3o livres de problemas:<\/span><\/p>\n<table style=\"width: 350px;\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"width: 79px;\">CASO 4<\/td>\n<td style=\"width: 78px;\">CASO 5<\/td>\n<td style=\"width: 78px;\">\u00a0CASO 6<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 79px;\"><span>\u2660<\/span>D<\/td>\n<td style=\"width: 78px;\">\u2660A3<\/td>\n<td style=\"width: 78px;\">\u2660A3<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 79px;\"><span>\u2665<\/span>RV1052<\/td>\n<td style=\"width: 78px;\"><span>\u2665<\/span>AR109752<\/td>\n<td style=\"width: 78px;\"><span>\u2665<\/span>ARV982<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 79px;\"><span>\u2666<\/span>32<\/td>\n<td style=\"width: 78px;\"><span>\u2666<\/span>3<\/td>\n<td style=\"width: 78px;\"><span>\u2666<\/span>V32<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 79px;\"><span>\u2663<\/span>ADV92<\/td>\n<td style=\"width: 78px;\"><span>\u2663<\/span>V102<\/td>\n<td style=\"width: 78px;\"><span>\u2663<\/span>A2<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>\u00a0<span style=\"font-size: 14px;\">No caso 4, sendo a marca\u00e7\u00e3o de 3<\/span><span style=\"font-size: 14px;\">\u2663 forcing, ao abridor s\u00f3 lhe resta passar, a menos que o Good\/Bad j\u00e1 fa\u00e7a parte da bagagem da parceria.<\/span><\/p>\n<p>\u00a0<span style=\"font-size: 14px;\">No caso 5 a estrutura da m\u00e3o aconselha ao rebide de 3\u2665, mas a for\u00e7a n\u00e3o \u00e9 suficiente. Por outro lado, rebidar 2\u2665 \u00e9 um underbid que n\u00e3o faz justi\u00e7a \u00e0 capacidade da m\u00e3o de fazer vazas.. Uma vez mais os 2ST Good\/Bad podem ser a solu\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p>\u00a0<span style=\"font-size: 14px;\">Finalmente no caso 6 o rebide de 3\u2665 \u00e9 perfeitamente ajustado \u00e0 for\u00e7a e distribui\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p>\u00a0<span style=\"font-size: 14px;\">Mas, como sempre acontece, tamb\u00e9m o Good\/Bad tem dias maus. Considere a seguinte situa\u00e7\u00e3o:<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 14px;\">\u2660 R64<br \/><\/span><span>\u2665 RV94<br \/><\/span>\u2666 R52<br \/><span>\u2663<\/span>\u00a0A54<\/p>\n<p>\u00a0<span style=\"font-size: 14px;\">O leil\u00e3o foi:<\/span><\/p>\n<p>Norte\u00a0 \u00a0 \u00a0Este\u00a0 \u00a0 \u00a0Sul\u00a0 \u00a0 \u00a0Oeste<br \/> 1\u2666\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 P\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a01\u2665\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a02<span>\u2660<\/span><br \/> 2ST*\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0P\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 ?<\/p>\n<p>\u00a0<span style=\"font-size: 14px;\">* 2ST \u00e9 good\/bad. Mostra uma m\u00e3o com abertura m\u00ednima e uma estrutura bicolor ou unicolor sem 3 cartas de copas.\u00a0Obviamente que o desejo de Sul seria jogar 3ST desde que pela sua m\u00e3o. No caso presente n\u00e3o h\u00e1 por onde fugir.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 14px;\">A alternativa dos italianos (e n\u00e3o s\u00f3) aos dobres de apoio \u00e9 o Power Double que se resume da seguinte forma:<br \/><\/span>\u00a0&#8211; As m\u00e3os fortes em competi\u00e7\u00e3o passam por dobre (v\u00e1lido para abridor e respondente)<br \/><span style=\"font-size: 14px;\">\u00a0&#8211; As m\u00e3os distribucionais fracas marcam o segundo naipe ou repetem o naipe de abertura ou de resposta.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 14px;\">Em pr\u00f3ximo artigo t\u00e9cnico a incluir na Escola de Bridge trataremos deste e de outros assuntos relacionados com os dobres em ac\u00e7\u00f5es competitivas de forma mais detalhada.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 14px;\">Os exemplos aqui referidos foram tirados do livro &#8220;The power of positive bidding&#8221; que aconselhamos vivamente aos nossos leitores.\u00a0<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>[\/et_pb_toggle][\/et_pb_column][\/et_pb_row][et_pb_row _builder_version=&#8221;4.6.0&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; min_height=&#8221;135px&#8221; custom_margin=&#8221;-26px|auto||auto||&#8221; custom_padding=&#8221;5px|||||&#8221;][et_pb_column type=&#8221;4_4&#8243; _builder_version=&#8221;4.6.0&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][et_pb_toggle title=&#8221;ESPA\u00c7O DE OPINI\u00c3O E ENTREVISTA&#8221; _builder_version=&#8221;4.6.0&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; title_font_size=&#8221;26px&#8221; background_color=&#8221;rgba(181,129,25,0.13)&#8221; custom_margin=&#8221;-50px|||||&#8221; hover_enabled=&#8221;0&#8243; title_text_shadow_style=&#8221;preset1&#8243; sticky_enabled=&#8221;0&#8243; custom_padding=&#8221;11px|||||&#8221;]<\/p>\n<p>Este \u00e9 um espa\u00e7o aberto (como ali\u00e1s todos os conte\u00fados desta p\u00e1gina). No entanto pretendemos que este n\u00e3o seja apenas mais um espa\u00e7o de coment\u00e1rio aos nossos conte\u00fados, antes um espa\u00e7o para as vossas opini\u00f5es.<\/p>\n<p>Vamos tamb\u00e9m publicar uma s\u00e9rie de entrevistas a praticantes que nas mais variadas qualidades se t\u00eam distinguido no bridge nacional.<\/p>\n<h3>ENTREVISTA<\/h3>\n<p>O primeiro entrevistado desta rubrica \u00e9 o ainda Presidente da FPB, Eng\u00ba Inoc\u00eancio Ara\u00fajo, a quem agradecemos a disponibilidade<\/p>\n<p><strong>Um breve perfil do entrevistado:<\/strong><\/p>\n<p>Inoc\u00eancio Ara\u00fajo nasceu em Bolonha (It\u00e1lia), em 1954, filho de Pai Portugu\u00eas e M\u00e3e Italiana. Apaixonado por avi\u00f5es, desde muito jovem, formou-se em Engenharia Aeron\u00e1utica, em 1977. Come\u00e7ou a sua carreira profissional na For\u00e7a A\u00e9rea e, em 1986, iniciou uma longa carreira t\u00e9cnica e de gest\u00e3o de empresas, na Avia\u00e7\u00e3o Civil. Reformou-se em 2019.<\/p>\n<p>Aprendeu a jogar Bridge quando era aluno da Academia Militar e iniciou-se no Bridge de competi\u00e7\u00e3o em 1987. Desde cedo se interessou pelos aspectos organizativos e associativos da modalidade. Em 2004, foi convidado pelo Engenheiro Soares de Oliveira para integrar a Direc\u00e7\u00e3o do rec\u00e9m-constitu\u00eddo Clube de Bridge dos Engenheiros, mantendo-se nos \u00f3rg\u00e3os sociais do Clube at\u00e9 ao presente. No mesmo ano, participou na constitui\u00e7\u00e3o da Associa\u00e7\u00e3o Regional de Bridge de Lisboa (ARBL) e integrou a primeira Direc\u00e7\u00e3o, como vice-presidente (mandato 2004-2007). Foi presidente da Direc\u00e7\u00e3o da ARBL no mandato 2008-2012. Candidatou-se \u00e0 presid\u00eancia da FPB em 2012, e cumpriu os mandatos de 2013-2016 e 2017-2020, como presidente.<\/p>\n<p>(LO)<br \/><strong><em>Tens no curriculum dois mandatos como presidente da FPB, um mandato como vice-presidente da ARBL e outro como presidente. Queres dizer-nos algo sobre as motiva\u00e7\u00f5es que te levaram a assumir estes compromissos?<\/em><\/strong><\/p>\n<p>(IA)<\/p>\n<p>Talvez pela minha forma\u00e7\u00e3o profissional, logo que cheguei ao Bridge de competi\u00e7\u00e3o, percebi que existiam enormes lacunas regulamentares, n\u00e3o directamente ligadas ao jogo em si (o CIB \u00e9 muito completo), mas sim no que respeita ao funcionamento das estruturas, desde os Clubes at\u00e9 \u00e0 Federa\u00e7\u00e3o, e na rela\u00e7\u00e3o entre os v\u00e1rios agentes desportivos. Por outro lado, o meu gosto pelo Bridge de alta competi\u00e7\u00e3o, fez com que, a partir de 1995, come\u00e7asse a acompanhar, in loco, as principais competi\u00e7\u00f5es internacionais, a contactar com dirigentes de outros pa\u00edses e a aperceber-me das medidas que eram tomadas para desenvolver a modalidade, em grande contraste com o que se fazia por c\u00e1. Tive a percep\u00e7\u00e3o de que a \u00fanica forma de mudar as coisas era assumir responsabilidades.<\/p>\n<p>(LO)<\/p>\n<p><strong><em>Em jeito de auto-avalia\u00e7\u00e3o de desempenho consideras positivo o balan\u00e7o entre os objectivos a que te propuseste e os resultados obtidos?<\/em><\/strong><\/p>\n<p>(IA)<\/p>\n<p>Durante os dois mandatos na ARBL, os objectivos centraram-se na melhoria dos regulamentos das provas, no apoio aos Clubes associados, na capta\u00e7\u00e3o de novos praticantes e no aumento da participa\u00e7\u00e3o nas provas regionais, sem esquecer a solidez financeira da Associa\u00e7\u00e3o. Os objectivos foram plenamente alcan\u00e7ados: aumento de 63% de praticantes e 50% de Clubes, entre 2004 e 2012, campeonato regional de equipas open com a participa\u00e7\u00f5es de 28 a 30 equipas, e aumento do capital pr\u00f3prio da ARBL de 3.000 para 10.000 Euros. Em 2012, as bases program\u00e1ticas e os objectivos da candidatura \u00e0 FPB foram amplamente divulgados e sufragados: gest\u00e3o federativa pautada por elevados padr\u00f5es de rigor e profissionalismo (onde se inclu\u00eda a exist\u00eancia de uma sede pr\u00f3pria, com boas condi\u00e7\u00f5es de trabalho para dirigentes e colaboradores), actividade desportiva baseada em novos e aperfei\u00e7oados regulamentos, incluindo escolha e prepara\u00e7\u00e3o das selec\u00e7\u00f5es nacionais, administra\u00e7\u00e3o da justi\u00e7a e da disciplina competente e isenta, gest\u00e3o administrativa e financeira rigorosa e transparente. Sabendo que uma grande parte dos praticantes n\u00e3o se interessa pela gest\u00e3o federativa, os que a acompanham mais de perto, n\u00e3o s\u00f3 atrav\u00e9s da frequente participa\u00e7\u00e3o nas provas nacionais, mas tamb\u00e9m atrav\u00e9s da consulta do portal ou dos relat\u00f3rios anuais de gest\u00e3o, reconhecer\u00e1 que os objectivos a que a nossa equipa se prop\u00f4s foram globalmente alcan\u00e7ados.<\/p>\n<p>(LO)<\/p>\n<p><strong><em>Destaca a medida ou pol\u00edtica implementada que consideres a mais importante dos teus mandatos. E o maior insucesso?<\/em><\/strong><\/p>\n<p>(IA)<\/p>\n<p>Do ponto de vista das pol\u00edticas, o aspecto mais relevante ter\u00e1 sido a gera\u00e7\u00e3o e canaliza\u00e7\u00e3o de importantes recursos financeiros para o desenvolvimento da actividade desportiva e para a forma\u00e7\u00e3o de praticantes, \u00e1rbitros e professores. No entanto, considero que a recoloca\u00e7\u00e3o de Portugal na rota das grandes provas internacionais, com a realiza\u00e7\u00e3o, em Lisboa, do Campeonato da Europa de Equipas Mistas de 2019, e dos Campeonatos da Europa de Selec\u00e7\u00f5es Nacionais Open, Femininas, Seniores e Mistas de 2020, no Funchal (adiados para 2021, devido ao surto pand\u00e9mico), s\u00e3o acontecimentos marcantes destes dois mandatos. O maior insucesso foi n\u00e3o ter conseguido dar ao Bridge a visibilidade externa que merece.<\/p>\n<p>(LO)<br \/><strong><em>Deixa-me abordar o que considero ser o projecto mais emblem\u00e1tico dos teus mandatos e tamb\u00e9m o mais pol\u00e9mico. Falo do NAC. Face ao impacto que o projecto teve no Bridge nacional, ao trabalho desenvolvido e aos resultados obtidos, como classificas o projecto e o que terias feito diferente?<\/em><\/strong><\/p>\n<p>(IA)<br \/>O objectivo do projecto NAC (N\u00facleo de Alta Competi\u00e7\u00e3o), conforme constava do nosso Programa de Candidatura, era escolher e preparar as selec\u00e7\u00f5es nacionais, nas categorias open, feminina e j\u00fanior. Sendo ineg\u00e1vel que o n\u00edvel t\u00e9cnico dos jogadores e jogadoras envolvidos teve melhorias significativas e, que muitos dos conceitos e t\u00e9cnicas introduzidas pelos v\u00e1rios treinadores que participaram no projecto, acabaram por se difundir por muitos outros praticantes, o impacto do projecto NAC no Bridge nacional ficou muito aqu\u00e9m do esperado. Devido \u00e0 inexist\u00eancia de h\u00e1bitos de trabalho individual e de par e \u00e0 cultura criada por muitos anos de torneios de selec\u00e7\u00e3o, em que os jogadores n\u00e3o eram escrutinados, uma boa parte dos jogadores nacionais de topo n\u00e3o aderiu ou acabou por abandonar o projecto. Se tivesse podido antever esta rea\u00e7\u00e3o por parte dos praticantes, teria inclu\u00eddo um preparador psicol\u00f3gico no NAC, \u00e0 semelhan\u00e7a do que ocorre nalguns pa\u00edses.<\/p>\n<p>(LO)<\/p>\n<p><strong><em>A COVID-19 veio abalar toda a estrutura federativa e est\u00e1 a ter um enorme impacto na vida das pessoas. Como v\u00eas o regresso \u00e0 competi\u00e7\u00e3o e que consequ\u00eancias poder\u00e1 o Bridge desportivo sofrer?<\/em><\/strong><\/p>\n<p>(IA)<br \/>O calend\u00e1rio e o ritmo da retoma da competi\u00e7\u00e3o presencial ser\u00e3o determinados pela disponibilidade de tratamentos e\/ou vacinas eficazes. Tamb\u00e9m as condi\u00e7\u00f5es para a pr\u00e1tica da modalidade, que forem dadas aos praticantes, ter\u00e3o um efeito marcante na retoma. Este \u00e9 o principal desafio que ser ir\u00e1 colocar aos Clubes, \u00e0s Associa\u00e7\u00f5es Regionais e \u00e0 pr\u00f3pria Federa\u00e7\u00e3o, nos tempos mais pr\u00f3ximos.<\/p>\n<p>(LO)<\/p>\n<p><strong><em>Outro assunto pol\u00e9mico tem a ver com o Bridge online e com a eventualidade de algumas provas oficiais passarem a ser disputadas online. Qual a tua opini\u00e3o sobre o assunto?<\/em><\/strong><\/p>\n<p>(IA)<br \/>A enorme evolu\u00e7\u00e3o sofrida pelos meios tecnol\u00f3gicos e a sua dissemina\u00e7\u00e3o pelos praticantes abrem as portas \u00e0 realiza\u00e7\u00e3o de algumas provas oficiais online. Esta modalidade poderia aumentar a competi\u00e7\u00e3o, conduzir \u00e0 participa\u00e7\u00e3o de praticantes que residem longe dos principais centros urbanos, sem encargos de desloca\u00e7\u00e3o e estadia. Dever\u00e1 ser bem pensada a \u201cdosagem\u201d de provas online e ao vivo a aplicar.<\/p>\n<p>(LO)<br \/><strong><em>\u00c0 beira de abandonares a Presid\u00eancia da FPB, o que achas que devam ser os alvos priorit\u00e1rios na nova gest\u00e3o federativa?<\/em><\/strong><\/p>\n<p>(IA)<\/p>\n<p>Refor\u00e7ar o papel dos Clubes, na promo\u00e7\u00e3o e capta\u00e7\u00e3o de novos praticantes, aumentar a visibilidade do Bridge nos media, angariar novas fontes de financiamento, refor\u00e7ar os projectos de ensino do Bridge nas Escolas e abrir uma frente de coopera\u00e7\u00e3o com as restantes federa\u00e7\u00f5es dos desportos da mente.<\/p>\n<p>(LO)<br \/><strong><em>Queres deixar alguma mensagem para os praticantes?<\/em><\/strong><\/p>\n<p>(IA)<br \/>Quero deixar dois apelos: primeiro, que tragam novos praticantes e que participem o mais poss\u00edvel nas provas organizadas pelos Clubes; segundo, que se autodisciplinem, no sentido do respeito pelos Directores dos Torneios e pelos restantes jogadores.<\/p>\n<p>[\/et_pb_toggle][\/et_pb_column][\/et_pb_row][\/et_pb_section][et_pb_section fb_built=&#8221;1&#8243; 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